Gibiteca TT Catalão: nova era, em busca do tempo perdido

Gibiteca TT Catalão: nova era, em busca do tempo perdido

por Pedro Brandt

A nova gibiteca do Espaço Cultural Renato Russo tem aproximadamente 23 mil títulos, entre quadrinhos de super-heróis, mangás, HQs infantis, periódicos e, em quantidade bem menor, graphic novels. Raimundo Lima Neto pintou um belo mural no local, e telas assinadas pelo veterano Jô Oliveira, anteriormente parte da decoração da desistalada gibiteca da Biblioteca Demonstrativa, agora também estão lá. Só posso desejar, depois de tantos anos desmontada, que a gibiteca recupere esse tempo perdido e que encante novos frequentadores como encantou a mim na adolescência – e que a sua existência, mais uma vez, incentive novas realizações artísticas e culturais e iniciativas empreendedoras.

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LASERCAST #39 – AS FRONTEIRAS HÍBRIDAS DE LUIZ GÊ

LASERCAST #39 – AS FRONTEIRAS HÍBRIDAS DE LUIZ GÊ

Luiz Gê é um dos maiores quadrinistas em todos os tempos no Brasil. Fundador da revista Circo, autor da incontornável “Tubarões Voadores”, envolvido em inúmeros projetos multimídia, ele lança agora, pela Editora MMarte, “Fronteira Híbrida”. Este é um livro com novos trabalhos envolvendo teatro e quadrinhos e no qual ele revisita, em texto e novas formas gráficas, suas principais histórias. A equipe Raio conversou longamente com Gê e procurou compreender sua história e processo criativo.

Participam desse debate: Bruno Porto, Ciro Inácio Marcondes, Márcio Jr. e o convidado Luiz Gê.

Edição: Eder Freire

Disponível em: SPOTIFY, APPLE PODCASTS, GOOGLE PODCASTS, CASTBOX, ANCHOR, BREAKER, RADIOPUBLIC, POCKET CASTS, OVERCAST, DEEZER

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Rolê aleatório em Angoulême e um poema para a estátua de Corto Maltese

Rolê aleatório em Angoulême e um poema para a estátua de Corto Maltese

A Raio Laser e o canal Eurocomics realizaram uma cobertura conjunta do 49º Festival Internacional de Quadrinhos de Angoulême que aconteceu na França entre 17 e 20 de março deste ano. Ciro Inácio Marcondes e Bruno Porto estiveram lá, gravaram uma dúzia de vídeos — que você pode conferir nesta playlist — com entrevistas, reportagens e visitas à exposições, dois episódios do Lasercast (aqui e aqui ), e escreveram relatos desta inesquecível experiência.

Este é o segundo texto de cobertura, por Ciro I. Marcondes.

O primeiro texto, de Bruno Porto, está aqui.

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ANGOULÊME É UMA FESTA!

ANGOULÊME É UMA FESTA!

A Raio Laser e o canal Eurocomics realizaram uma cobertura conjunta do 49º Festival Internacional de Quadrinhos de Angoulême que aconteceu na França entre 17 e 20 de março deste ano. Ciro Inácio Marcondes e Bruno Porto estiveram lá, gravaram uma dúzia de vídeos — que você pode conferir nesta playlist — com entrevistas, reportagens e visitas à exposições, dois episódios do Lasercast (aqui e aqui ), e escreveram relatos desta inesquecível experiência.

Este é o primeiro texto de cobertura, por Bruno Porto.

O segundo texto, de Ciro I. Marcondes, está aqui.

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LASERCAST #38 – Nem Tudo o que Acontece em Angoulême, Fica em Angoulême 2022

LASERCAST #38 – Nem Tudo o que Acontece em Angoulême, Fica em Angoulême 2022

Especial Angoulême 2022! Ciro Marcondes e Bruno Porto comentam, junto aos convidados especiais PH (Eurocomics) e Thiago Ferreira (Comix Zone) todas as histórias, bastidores e fuleiragens do grande festival europeu de quadrinhos que ficaram de fora da cobertura oficial Eurocomics + Raio Laser. Um dos episódio mais hilário da história do Lasercast.

Participam desse debate: Bruno Porto, Ciro Inácio Marcondes, Thiago Ferreira (Comix Zone) e PH (Eurocomics)

Edição: Eder Freire

Disponível em: SPOTIFY, APPLE PODCASTS, GOOGLE PODCASTS, CASTBOX, ANCHOR, BREAKER, RADIOPUBLIC, POCKET CASTS, OVERCAST, DEEZER

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LASERCAST # 37 - Malditos fanzines

LASERCAST # 37 - Malditos fanzines

Antes da internet, ali pelos anos 80/90, a única alternativa ao mercado “oficial” de quadrinhos eram os fanzines. De duas, uma: ou o quadrinista brasileiro estava no exíguo espaço existente para a produção nacional nas bancas, ou chegava às mãos de um reduzido círculo de leitores via correio, em edições xerocadas. Ainda que não fosse possível viver profissionalmente da atividade zineira – e justamente por isso –, o resultado desse movimento foi uma explosão criativa. As últimas décadas assistiram a uma radical mudança nesse panorama. Primeiro com a migração dos conteúdos para a grande rede de computadores. E depois com o ressurgimento dos fanzines impressos, agora em versão, digamos, gourmertizada. Nesse episódio do Lasercast, falamos disso e muito mais, num papo etílico com três dos maiores expoentes do fanzinato brazuca, os senhores Alberto Monteiro, Henry Jaepelt e Law Tissot.


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