por Ciro I. Marcondes

Lendo a recente republicação das primeiras histórias de “O Poderoso Thor”, com roteiros de Stan Lee e arte de um ainda imaturo Jack Kirby, creio ser correto pensar na incômoda ambiguidade da cultura de super-heróis tanto para as HQs em geral quanto para a cultura de nossa era, assim como na ausência de perspectiva crítica sobre a adorada figura de Stan Lee da maneira como se faz, por exemplo, com Walt Disney. Digo isso pensando na avalanche de filmes desprezíveis consumindo salas de cinema e monopolizando a atenção de Hollywood na direção de um entretenimento bombado em efeitos especiais, mas infantilizado e vazio. Muitas vezes baseados nos simpáticos personagens de Lee, alguns destes filmes estão aquém da cultura de HQs, alimentando o estigma de descartabilidade. 

É claro que a força das criações de Stan Lee - com admirável moderação dos exageros dos heróis da era de ouro, popularizando em um contexto pós-midiático arquétipos humanos interessantes e aproximando o herói dos seus leitores -  tem méritos. O sentido aqui não é colocar na berlinda o Homem-Aranha, o Hulk, os X-Men ou sequer o poderoso Thor (cuja adaptação pro cinema saiu justo agora). As criações de Lee (ou remodelações, já que quase tudo em Lee é francamente baseado em algo de outros quadrinhos ou culturas), importantes para nosso imaginário atual, permanecem com suas essências ao mesmo tempo simples e adequadas. Elas estão muito além do alcance de seu criador. Parece um problema, porém, que estas essências, fetichizadas, disseminadas em bonecos, produtos, metáforas cotidianas, fantasias sexuais, moda, etc, estejam se tornando um denominador comum da sociedade de consumo. Esta atenção entusiasmada e cultista de um imaginário antes muito consciente de suas limitações está tornando o que hoje entendemos como uma identidade geek em uma cultura autoindulgente, cínica, explicitamente perversa, confessadamente idiotizante. Como fã de quadrinhos e até como leitor de Stan Lee, confesso acompanhar com horror a massificação do imaginário de super-heróis.





















por Pedro Brandt

Não vejo a hora da série Vida de estagiário estrear na tevê. Em novembro do ano passado, passei uns dias de férias em São Paulo, na casa do Vitão, meu primo e diretor da adaptação televisiva da hilária tirinha criada por Allan Sieber. Tive o privilégio de ver três episódios e posso garantir: ficou incrível.

Não vou comentar muito para não estragar a surpresa, mas posso adiantar que a série tem uma pegada de humor que eu não vejo na tevê brasileira. Fico muito satisfeito com isso, não só pelo Vitor, mas também porque estou cansado desse humor sem ideias e enervantemente sem-graça que, com raríssimas exceções, impera na televisão — tanto na aberta, quanto na paga — aqui no Brasil.


Exército japonês na segunda guerra mundial (Hugo Pratt/Héctor Oesterheld, 1959): Mais de 10 anos antes de se celebrizar pela genial série Corto Maltese, o grande ilustrador e roteirista italiano Hugo Pratt esteve na Argentina e trabalhou anos com Oesterheld, o maior roteirista platino. Esta imagem é da série Earnie Pike, que está dentre os mais qualificados quadrinhos de guerra do mundo. Oesterheld tinha a fina qualidade de situar a segunda guerra em localidades tão díspares quanto o norte da África, o sul da Itália ou ilhas no Japão, elaborando a diversidade do conflito. Pratt, como se vê, em 1959 já desenvolvera seu traço angulado de belo riscado em preto-e-branco, num requadro panorâmico que deixa, sem que apareçam ideologismos, os japoneses tão assustadores quanto o papel que desempenham na história.





















por Pedro Brandt

Macanudo, em espanhol, quer dizer supimpa, bacana. Ricardo Liniers, o cartunista argentino dono da tirinha de mesmo nome, é um cara pra lá de macanudo. Tive a oportunidade de perceber isso ao vivo, no mês passado, quando conheci o roteirista e desenhista em Brasília. Ele esteve na cidade para falar sobre seu trabalho em duas noites de palestra (29 e 30 de março) no Instituto Cervantes (que promoveu o evento).

Liniers, 37 anos, conquistou os espectadores com carisma e muito bom humor. No final do primeiro dia de palestra, me aproximei para pedir uns autógrafos. O ilustrador Fernando Lopes, meu colega de Correio Braziliense, perguntou se Liniers não teria interesse de fazer um passeio por Brasília na manhã seguinte, para conhecer alguns monumentos da cidade e visitar algumas exposições. Liniers aceitou no ato. Como eu não trabalharia na quarta de manhã, combinei de fazer o rolê com eles.


Por Ciro Inácio Marcondes

Sempre gostei da imagem da baleia cachalote. Ela nada em todos os oceanos e é a única baleia que chega a águas profundas, justificando seus lendários (mesmo que nunca propriamente documentados) combates com lulas gigantes abissais. A cachalote, com sua cabeça enorme e respeitável, é uma baleia dentada, e assombra nosso imaginário por ser também carnívora, ainda quem nem de longe se aproxime da agressividade das orcas, por exemplo. Mas é claro que a cachalote traz consigo um maior status cultural porque a mais famosa de todas as baleias – Moby Dick – é uma cachalote, e isso diz muito sobre esta impressionante e monumental graphic novel de Daniel Galera e Rafael Coutinho lançada em 2010. Em Moby Dick, uma inegável obra-prima da literatura americana e universal, o obcecado capitão Ahab passa, junto a um marujo chamado Ishmael, a vida tentando caçar a monstruosa baleia que lhe devorou a perna, sem receio de atravessar as raias da loucura para conseguir seu objetivo.


Cachalote pode ser considerado, de cara, um divisor de águas nas graphic novels nacionais, não porque nossa tradição em HQ não seja rica, mas sim porque nossa atenção com a arte dos quadrinhos sempre se voltou mais para as tiras ou histórias curtas. O trabalho de estreia nas HQs do escritor gaúcho Daniel Galera e de Rafael Coutinho (um desenhista fora do comum) organiza-se claramente, porém, como um projeto de grande estatura, com intenção de desvirginar este pequeno tabu nacional, e entregar ao público uma experiência megalítica e profunda. Vale, neste caso, a experiência literária e o diálogo com o cinema do escritor/roteirista, que acaba mencionando as outras formas de arte escrita/visual em Cachalote sem que esta seja uma pura viagem do melhor que a narrativa em quadrinhos pode oferecer.

por Ciro Inácio Marcondes  

É comum que se considere Spirit, publicação dos anos 40 e 50 de Will Eisner (especialmente a fase do pós-guerra) como um modelo de transvisualização do mapeamento visual e espacial e dos raccords propriamente cinematográficos para a linguagem dos quadrinhos. Não há como negar que Spirit, mais antigo e mais evidentemente vinculado a uma cultura pulp do que o gekigá Lobo Solitário, de Kojima e Koike, abre passagem para uma abordagem propriamente moderna nos quadrinhos. Porém, uma leitura cada vez mais progressiva da saga do ronin Itto Ogami e seu “filhote” Daigoro provocam uma impressão muito forte de espanto e paralisia; descoberta e incredulidade; regozijo e até mesmo horror diante de obra tão naturalmente requintada.

Lobo Solitário é uma longa série desenvolvida ao longo dos anos 70, e são muitos os fatores que a tornam objeto canônico indiscutível para a HQ mundial. Se Spirit investia em uma narrativa detalhista centrada na obliquidade da estilística noir, contrapondo planos tortos com hiper-closes e transformando os painéis das páginas em microlentes maleáveis de retardamento/aceleração do tempo e investigação do espaço, os roteiros de Koike, de maneira igualmente brilhante, partem para uma detalhadíssima segmentação do espaço em uma ordem não-narrativa, projetando-se para uma aclimatação de timing perfeito, traduzindo o tom de cada cena através do tamanho e investimento nos painéis. Isso nos deixa conscientes do sentimento do personagem, da movimentação dos ambientes, da temperatura em que estão situados, sem precisar o tempo, mas sem nos confundir, transformando o espaço da HQ em uma profusão de sentidos.


Por Pedro Brandt

Folheei uma, duas vezes e nada. Procurei então no índice e fui direto na página. Eu já sabia que o Roger Cruz participaria daquela edição da Metal Pesado e estava ansioso para conferir o resultado – eu era fã do cara, tinha um monte de revistas desenhadas por ele. Logo entendi porque eu não tinha achado a história antes. O Roger ali não era o que eu estava acostumado, o desenhista de comics, mas o Roger autor (RO.C.K.), com um traço bem diferente de todos os que eu já tinha visto ele usar até aquele longínquo 1997. Adorei a HQ! Xampu era o nome. Me identifiquei demais com aquela história de sexo, birita e rock’n’roll – tanto que xeroquei as três páginas da HQ e usei como capa e contracapa do meu fichário de colégio (que foi comigo, guerreiro, até o fim da faculdade). Pouco depois eu li em algum lugar que aquela era uma história de várias que o Roger gostaria de contar. A espera para ler as outras histórias do universo Xampu demorou 13 anos. Em seu blog, o desenhista dava pequenas amostras do trabalho.

Em maio do ano passado, Xampu - Lovely Losers foi lançada pela Devir. A minha ansiedade para conferir a obra foi tão grande quanto aquela de 13 anos atrás. E a minha satisfação ao terminar de ler todo o álbum, comparativamente, foi a mesma da adolescência.

Depois de anos de espera, Roger me provou o talento que eu sempre soube que ele tinha – e que eu acho que não aparecia mais em sua produção para a Marvel havia anos. Em Xampu temos um Roger renovado, criativo, em plena forma tanto como narrador gráfico quanto como contador de história.

Entrevistei o desenhista paulistano por e-mail em junho de 2010. A nossa conversa segue abaixo.

Por Pedro Brandt

Patrice Killoffer não tem a consciência tranquila. Quando deixou Paris para viver em Montreal, a pia de seu apartamento ficou lotada de louça para lavar. “Em minha desculpa, posso dizer que se tratava de uma quantidade abissal, louça de um jeito que pede imersão total, trabalho de especialista, totalmente longe do meu alcance; eu não passo de um ocioso de baixo nível”, justifica. A sujeira era tanta que criou vida e o atacou. O resultado foi assombroso. Tais quais monstrinhos gremlins, o francês — autor e protagonista de sua história em quadrinhos — se multiplicou. Ao longo das páginas, o leitor entenderá o porquê do título 676 aparições de Killoffer.

Envolvido diretamente com o novo quadrinho francês, Killoffer era um autor pouco conhecido no Brasil quando foi convidado para participar da primeira edição da Rio Comicom (encontro internacional realizado em novembro com fãs e profissionais da área). Em seu país, o quadrinhista foi um dos fundadores da L’Association, editora responsável por títulos como Persépolis, de Marjane Satrapi, e Epilético, de David B., trabalhos bem-sucedidos e que injetaram novo ânimo no quadrinho francês. O convite para o evento brasileiro rendeu a publicação nacional de duas de suas obras: Quando tem que ser, pela editora Marca de Fantasia, e 676 aparições, pela Leya.

por Ciro Inácio Marcondes

Perambulando por sebos da cidade deparei-me com um volume lacrado da primeira edição da revista “Love and Rockets”, lançada pela Record em 1991 com promessa de grande longevidade editorial, mas que acabou não tão bem-sucedida assim. Diz a capa: “edição de colecionador”, apresentando as 68 páginas que reunem trabalhos selecionados de várias fases da arte dos irmãos Hernandez, e não apenas na série do título. Eles tinham razão, e, mergulhando em histórias de contagiante frescor e ousadia, é possível entender o entusiasmo do lançamento e descobrir porque a simpática introdução de Octacílio D’Assunção diz que “seguramente, a coisa mais genial produzida nessa década [anos 80] veio de dois irmãos californianos, os chicanos Hernandez – Jaime e Gilbert, com seu Love and Rockets”. 

Love and Rockets tornou-se sucesso editorial internacional e, por sorte, temos alguns volumes encadernados de coisas dos Hernandez publicados por aqui. Estes quadrinhos, lançados primeiro no iniciozinho dos anos 80 (época em que, podemos dizer, inaugura-se mesmo o nosso modo contemporâneo colecionista e aficcionado de se viver), apareceram primeiro do jeito que se apareciam quadrinhos independentes até pouco tempo atrás: xerocados, em edições mimeografadas, distribuídas nas ruas e em lojas de quadrinhos. Até que as histórias despertaram interesse do tradicional Comics Journal e ganharam edições cada vez mais requintadas da maravilhosa Fantagraphics



RAIO LASER é uma publicação independente que busca uma abordagem séria e digna do valor de culto e valor artístico que as Histórias em Quadrinhos cultivam em leitores do mundo inteiro. Mesmo assim, não nos privamos de escrever com despretensão e com a urgência que a web requer. Nossos textos se focam, às vezes de maneira pura e às vezes mista, nas seguintes abordagens:


CULTO aos Quadrinhos: a leitura dos quadrinhos enquanto fã, colecionador, entusiasta. É comum que, na internet, este seja um dos únicos enfoques que se ressalte na escrita sobre as HQs, já que, investindo sua inteligência e vitalidade em uma arte marginalizada, o leitor precisa refugiar-se em pequenos guetos e microculturas para poder encontrar ressonância em seu objeto de entusiasmo. Respeitar, ampliar e transitar entre estas diferentes culturas faz parte do projeto RAIO LASER.

HISTÓRIA dos Quadrinhos: o resgate da vastíssima história mundial desta forma de arte é ainda um trabalho que vem sendo feito de maneira isolada e inconstante pela internet. Mesmo assim, na medida em que trabalhos acadêmicos e jornalísticos procuram sistematizar linhagens diversas de produção em HQ, produções perdidas no tempo e na geografia do mundo vêm à tona para mostrar que as interinfluências em HQ são muito mais imprecisas, indiretas fortuitas do que se pensa, tornando cada descoberta imprevisível e admirável. O mundo da arqueologia em HQ é um mundo de constante descoberta de obras-primas isoladas e perdidas.

CRÍTICA e TEORIA dos Quadrinhos: a resenha crítica, o comentário teórico, a apreciação impressionista ou pessoal, as abordagens inesperadas, as relações com outras formas de expressão, tudo cabe à reflexão provocada pela leitura de obras em Quadrinhos, e essas reverberações serão uma constante nas publicações do site. HQs de todos os tempos, todos os lugares, todos os gêneros, com o bom gosto sendo o único critério.

COBERTURA JORNALÍSTICA dos Quadrinhos: o ato de acompanhar os lançamentos, a pesquisa em publicações antigas, a entrevista, a busca por personagens que construíram a história ainda em construção desta forma de arte, tudo isso e mais compete ao trabalho jornalístico proposto pelo site.



SOCIALIZAÇÃO a partir dos Quadrinhos: enquanto objeto de interesse crescente de diversos grupos espalhados pela internet e outros meios, RAIO LASER também se propõe a ser um espaço de discussão, problematização, socialização e troca de informações sobre HQ. Assim, o microblogging, o post pessoal, o scan de páginas e fotos relacionados ao universo das HQs e outros estarão sempre presentes, com o site aberto a contribuições e todo tipo de interação.

POR QUÊ OS QUADRINHOS?


As histórias em quadrinhos são uma forma de arte e um meio de comunicação que já atravessam mais de um século em seu modelo popular. Suas origens enquanto cultura moderna remetem ao mesmo conjunto de fatores que levaram meios como o cinema, o rádio e o jornal a realizarem radicais transformações na percepção e relações sociais humanas. As histórias em quadrinhos fazem parte de um riquíssimo talento humano que se volta à expressividade abstrata, ambígua, imprecisa e ao mesmo tempo verdadeira e poderosa da imagem em si e de suas complexas relações quando sequenciadas e amplificadas pelo poder da sugestão e da capacidade humana de aferir sentido àquilo que não enxerga em termos de uma totalidade.


No Egito antigo, no império asteca, nas cavernas do neolítico: há, espalhada pela história da humanidade, registros da expressividade natural e inegável da narrativa gráfica. Imaginemos que nós não pensamos somente usando palavras, como normalmente nos indicam os filmes e a literatura, mas sim que nosso mundo interior é construído por relações sensitivas e sinestésicas entre a fantasia, uma miríade de imagens, lembranças, sensações, cheiros, percepções indizíveis... e palavras, é claro. As HQs, trazendo à tona parte da capacidade abstrativa que essas imagens produzem dentro de nós, são um dos meios mais confiáveis a respeito de nós mesmos, do mundo de imagens que criamos e também do mundo de imagens a que somos submetidos. O ser humano emergiu das arcaicas savanas africanas por aprimorar seu sentido da visão, o que permitiu centralizá-la e posteriormente legar o crescimento do cérebro, berço de nossa faculdade racional. Imagens e palavras: as histórias em quadrinhos lidam ao mesmo tempo com nosso universo incognoscível de imagens e com sua contraparte organizacional, a razão das palavras. As HQs são um meio contagiantemente humano.


No século XX, esse tipo de expressão alcançou antes inimaginável variabilidade, auxiliado pela industrialização da cultura e pelo aspecto popular (ou “pop”) que as HQs atingiram especialmente até os anos 60. Desde sempre, as HQs investiram em conteúdos irracionais, anárquicos, fantásticos, fantasiosos, caóticos, surreais, oníricos, profundos seja em sua essência pop ou em suas investidas enquanto arte do ser e da alma. Animais embrutecidos, crianças perversas, abordagens caricatas do cotidiano, alvorecer de superseres, narrativas longas e realistas, adensamento no conteúdo imagético, tudo foi – e é – possível aos quadrinhos. Sendo arte de execução fácil e barata, com infinitas capacidades recombinatórias e com uma admirável maleabilidade formal, as HQs pertencem a uma das mais férteis e ilimitadas culturas narrativas. Devido a uma sempre ignóbil associação ao mundo infantil (quando na verdade o que há de pueril nas HQs é a parte mais importante que esquecemos de nós mesmos), as HQs foram durante muito tempo negligenciadas, censuradas, observadas com desprezo ou excessiva cautela, fazendo com que sua cultura crescesse em ambientes não-naturais, cercados de imposições mercadológicas castradoras. Porém, uma progressiva abertura a partir dos anos 60 permitiu às HQs cada vez mais se manifestarem enquanto arte adulta e autônoma, retomando o potencial que avançadas civilizações antigas já haviam percebido. Isso permitiu que nos situemos, atualmente, em um empolgante alvorecer de uma era moderna nas HQs, quando a vanguarda e a liberdade de criação criam e prometem criar ainda mais obras de expressão máxima para a humanidade como um todo.

Por que os quadrinhos? Porque, em sua natureza ainda primitiva e essencial, são a arte mais importante para este século XXI.

OS ESCRIBAS


PEDRO BRANDT é jornalista cultural especializado em Histórias em Quadrinhos. Escreveu para o Caderno de Cultura do CORREIO BRAZILIENSE e JORNAL DE BRASÍLIA. pedro@raiolaser.net





CIRO INÁCIO MARCONDES foi professor de Literatura, Cinema, Teorias de Comunicação e Histórias em Quadrinhos pela Universidade de Brasília e pelo IESB. É pesquisador, professor e crítico. ciro@raiolaser.net



POLLYANNA CARVALHO é designer, ilustradora e cineasta, além de ser responsável por toda concepção visual e todo layout da Raio Laser. Adora gatos, dinossauros e zermits. polly@raiolaser.net




LIMA NETO é professor, pesquisador, desenhista, ilustrador. Foi professor de direção de arte, linguagem visual e Histórias em Quadrinhos pela Universidade de Brasília. Colecionador apaixonado, sócio da Kingdom Comics e pesquisador de todas as coisas de gibi.










 
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